Acharam a tumba de Cleópatra
ALEXANDRIA, Egito – No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo agreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI – disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. – Este é o local perfeito para ocultá-los – sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI – disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. – Este é o local perfeito para ocultá-los – sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A excavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A excavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.
Tumba revela complexidade dos maias
Pessoa enterrada fazia parte da elite da sociedade maia.
Em vida, ele passou por diversos tratamentos dentários.
Um esqueleto do século 7 encontrado numa tumba elaborada em Honduras mostra que os maias que viveram na região tinham uma cultura e uma sociedade mais complexas que o que se imaginava, disseram antropólogos.
Em vida, ele passou por diversos tratamentos dentários.
Um esqueleto do século 7 encontrado numa tumba elaborada em Honduras mostra que os maias que viveram na região tinham uma cultura e uma sociedade mais complexas que o que se imaginava, disseram antropólogos.
A construção da tumba, os restos mortais humanos e os artefatos encontrados perto dali mostram que a pessoa enterrada fazia parte da elite da sociedade maia, que morava num complexo urbano, de acordo com o estudo publicado na "National Geographic News".
A tumba foi descoberta cerca de 450 metros a oeste do centro cerimonial maia da Acrópole, em Copan, no oeste do país. Copan é um patrimônio da humanidade da Unesco por causa de seus monumentos e hieróglifos maias.
"É uma construção extraordinária", disse o professor Allan Maca, da Universidade Colgate, em Nova York, que liderou a equipe de pesquisa. "Jamais encontramos nada fora daquela área que seja tão elaborado ... Não tínhamos um panorama da complexidade social e política da cidade em si, além do coração cerimonial onde fica a Acrópole."
A equipe passou dois anos escavando e documentando a descoberta. As conclusões mostram que o esqueleto pertence a um homem que morreu perto dos 50 anos de idade. Ele sofreu várias infecções debilitantes e tinha deformidades. Também passou por um detalhado tratamento dentário, incluindo incrustações em jade.
''Os estudos do osso indicam patologias incomuns, o que sugere que tenha sido uma pessoa muito singular", disse Maca. "A variedade e o padrão das modificações dentárias jamais tinham sido vistos na área maia."
A equipe passou dois anos escavando e documentando a descoberta. As conclusões mostram que o esqueleto pertence a um homem que morreu perto dos 50 anos de idade. Ele sofreu várias infecções debilitantes e tinha deformidades. Também passou por um detalhado tratamento dentário, incluindo incrustações em jade.
''Os estudos do osso indicam patologias incomuns, o que sugere que tenha sido uma pessoa muito singular", disse Maca. "A variedade e o padrão das modificações dentárias jamais tinham sido vistos na área maia."
Dinheiro de Almodóvar revela tumba pré-inca
Produtora do cineasta espanhol financiou os trabalhos dos arqueológos.
Restos mortais têm mais de 1.700 anos e pertenceriam a membro da elite.
Restos mortais têm mais de 1.700 anos e pertenceriam a membro da elite.
