Sol se move pelo espaço mais devagar do que o esperado


O sol está se movendo pelo espaço mais devagar do que os cientistas imaginavam. Esta é a conclusão de um estudo publicado nesta quinta-feira no periódico científico Science.
Mais especificamente, o Sistema Solar, do qual o Sol faz parte, viaja pelo espaço dentro de uma “bolha” de ventos solares e campo magnético chamada heliosfera.
Pesquisadores liderados por David McComas, do Southwest Research Institute, no Texas, Estados Unidos, descobriram que esse deslocamento em relação ao espaço interestelar é menor do que se supunha e consequentemente a heliosfera não gera uma onda de choque similar à criada por um avião ao quebrar a barreira do som.
O resultado contraria 25 anos de pesquisas que afirmavam que a onda de choque existia. “É muito cedo para saber com precisão o que estes novos dados significam para a nossa heliosfera. A descoberta de que não há uma onda de choque à frente dela significa que teremos de refazer modelos e teorias nas quais as incluímos e verificar como isto pode afetar a entrada dos raios cósmicos na atmosfera.”, afirmou McComas ao iG. Em relação aos possíveis efeitos da descoberta para a Terra, o pesquisador acredita que “tudo é possível, mas como não sou especialista, não posso especular sobre isso”.


O levantamento dos dados da pesquisa foi feito pela nave espacial IBEX, da Nasa. Eles foram combinados com cálculos analíticos, modelagem matemática e simulações para determinar quais seriam as condições necessárias para a criação de uma onda de choque deste tipo. “Ondas de choque certamente existem à frente de outras estrelas. O que descobrimos é que a interação do nosso Sol com o meio interestelar não atinge o ponto crítico para formar uma delas”, explicou McComas. E completou: “uma onda suave é uma descrição mais acurada do que está ocorrendo à frente da nossa heliosfera – muito parecida à que se forma quando um barco desliza pela água”. 

Satélite Russo registra maior foto já feita da Terra, com 121 megapixels.

Terra é retratada em imagem com 121 megapixels, a maior já feita em um só clique (Foto: Roscosmos)



Uma imagem feita a partir de um satélite meteorológico russo é apontada como a maior fotografia do planeta Terra feita em apenas um clique. A foto tem 121 megapixels, e cada pixel corresponde a 1 km de distância.

Segundo as informações da agência espacial russa, a Roscosmos, o satélite faz uma foto desta a cada meia hora para monitorar mudanças climáticas. A imagem é feita usando-se uma combinação de ondas visíveis e próximas ao infravermelho, para que a vegetação apareça em vermelho em vez de verde, como é mais comum.

A Nasa e outras agências espaciais eventualmente divulgam fotografias semelhantes do planeta, mas elas geralmente são feitas usando uma composição de várias imagens.

Astrônomos flagram buraco negro devorar estrela


Equipe pode observar a morte de uma estrela sendo engolida por buraco negro em tempo real

 

Foto: NASA, S. GezariIlustração mostra labareda após buraco negro devorar estrela.

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